Castelos e ruínas

Se eu nunca sentir, em minha alma,
o ar que sai de sua boca
de forma lúdica ao divino...

Se não puder ver o amor transitar no ar
de nossa intensa respiração
no momento em que nossos corpos
se encadearem ao ciclo da vida...

A dor se entrelaçará à minha alma
num jogo desconexo da vida;
construirei meu castelo,
dominarei reinos
em meio às rachaduras da alma,
em ruínas dos reinos
que ergui para nós
em meus mundos onde...
perdi batalhas por você.
Russiann Poet 
Ricardo Maia 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Como explicar para Deus?

Ao ar do amanhecer

Nossas desavenças