Postagens

Mostrando postagens de setembro, 2021

A masmorra da dor

O desistir, o não lutar é a maior prova de coragem dum homem. Hoje, por amor, eu desisto; desisto de todos os puros sonhos que tive contigo, aquele sonhos de lacrimejarem um olhar. Se tu entendesses tudo que sonhei, sorririas, talvez. Tu sorririas por entender que o amor mais puro e belo vem de nós. Pois homem nenhum te amará com a pureza do belo no eterno castelo que contruí por ti. Castelo onde reinarias em majestade, divindade e felicidade. Castelo que deixo o nosso amor, eu o deixo na masmorra da dor. Rustic writer  Russiann_poet  The Nordic Alchemist 

Teu olhar

A tristeza faz morada em mim, o tocar em ti é inexistente, porém a troca dum rapido olhar diz o que a alma quer dizer. Paixões vão e vêm, porém existem umas que marcam, elas ficam na fronteira do amor. Muitas delas são platônicas, não necessitam dum tocar, elas surgem num olhar, são inerentes ao que é puro, belo. Tu trouxeste isto a mim, está aqui comigo. Um sentimento à fronteira do amor, vindo da paixão que me avassala por dentro, que me arremete à arte criar, a escritos que ao serem decodificados emitem canções ao mar, pois, no deserto mar de minh'alma, esta paixão não correspondida há de ficar. Rustic writer  Russiann_poet  The Nordic Alchemist 

Textos em perfeição

O medo toma conta de mim. O medo é temido por ser desconhecido. Não me lembro de viver algo assim. Pensar que pode ser o início é a magia a se arriscar, mergulhar. Desejos mistos tomam conta de mim, teu corpo é texto a ser interpretado; da licença poética, eu abro mão, pois, por você, eu quero, em teu corpo, tecer textos em perfeição, em norma culta padrão; com teus beijos, eu quero, em tua boca, aprofundar-me em linguística aplicada para, em teus ouvidos, recitar, em sussurros, todos os gêneros discursivos do amor. Quero dialogar com os teus contextos, textos e prazer, sentir o que a tua alma tem a me dizer através dos escritos ocultos que tiro de teu contorcer, de teu prazer. Que me perdoe Leminski pela blasfêmia. Rustic writer  Russiann_poet  The Nordic Alchemist 

"Tu és a minha conjugação"

Vivi uma conjugação subjuntiva por muito tempo; num imperativo afirmativo com o espelho, por muitas vezes, num "faça você" mal sucedido. O verbo "ir" na primeira pessoa do presente sempre foi adiado pelo "ter" na mesma pessoa e tempo cum predicativo chamado medo! Portanto, cum pronome possessivo de primeira pessoa, eu conjugo que minha força está na segunda pessoa. Pois tu és minha força.  Tu és o complemento nominal do substantivo abstrato. Tu és o verbo do sujeito eu. Tu és o complemento relativo do meu verbo transitivo indireto, pois eu preciso de ti! Tu és a minha conjugação do verbo amar, pois eu amo amar o amor que tu és. Aqui, pois, tu substituis qualquer um dos três. Mas... tu conjugas, na segunda pessoa, o verbo sonhar no imperativo negativo a mim! Que me perdoe Leminski pela blasfêmia! Rustic writer Russiann_poet  The Nordic Alchemist 

Letramento do amor

Eu sempre quis ser frio, calculista; mas a minha arte vive da dor, do amor. A minha arte é uma dicotomia à face da vida. Tento ser forte, duro. Tento ser como a maioria, mas sou poeta, teço magia; magia em forma de códigos escritos a serem decifrados, decodificados para o letramento do amor. Sou, do amor, profeta; sou escritor, sou poeta. Rustic writer Russiann_poet The Nordic Alchemist 

Moça que salva

Tu, como uma heroína, vieste a me salvar; a tua magia alegra meu ser, traz o viver. Lembro-me de nosso encontrar, tirou-me os vilões que me atormentavam, que me matavam, pois não me traziam lar! Fez-me voltar a sorrir num mundo de desamor, pois o teu calor traz aquilo que me tira a dor; traz a certeza de que é amor. Não me impeças de te amar; não me impeças de dizer que, para salvar o meu lar, em tuas teias, eu tenho que me lançar; pois, de meu negro mar, tu vais me libertar. Rustic writer  Russiann_poet  The Nordic Alchemist 

Por ti, por nós...

Por ti... Por ti, eu dou meu mundo;  por ti, eu enfrento as batalhas subjetivas duma vida, pois, contigo, eu quero caminhar pelos jardins imaginários do amor, e, na realidade da dor, passaremos sem dor. Tu fizeste uma dicotomia em mim, pois o medo e o amor andam ao meu lado. Efêmeros sentimentos se intercalam por minh'alma. Por nós, senta ao meu lado, porque, um sonho de amor, eu falarei em teus ouvidos, sussurros de amor que eu já escrevera antes de nosso encontrar, sussurros que vêm para te tirar qualquer medo que possa vir. Venha por mim, por nós, pelo amor que já existira no momento em que te encontrei, que te amei. Rustic writer  Russiann_poet  The Nordic Alchemist 

Mistérios de amor

O não entender o porquê de não acontecer a nossa história, o porquê disto que nos afasta, seus medos, suas inseguranças me deixam perdido. Então, d esperto-me para o horizonte, logo percebo que, em direção a ele, eu sempre caminhei, Então, eu entendo os mistérios dum perfeito amor. Se tu visses os céus se abrirem perante a ti, verias os mistérios que recaem sobre nós. De todas as realidades, nós somos a mais intrínseca ao amor, a estória que não precisa de dor. Como um conto de amor de o Jardim e a Flor, fomos feitos para caminhar nos sonhos dum mundo paralelo, pois, pelas leis dos mortais, fomos impedidos do belo. Rustic writer  Russiann_poet  The Nordic Alchemist