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Alma

No brilho do olhar, uma analogia à esperança, esperança que ilude a mente e sacrifica a alma a qual se descreve num texto em dor. Uma sábia alma entende que a felicidade é uma esperança inventada para os corações vazios predestinados a sofrer!  Ruas vazias, céus escuros dum dia cinzento em que já vivo em cotidiano de desamor. Alma blindada às intenções comuns dum mundo de dor. Russiann_poet Nordic Writer 

Arte sem cor

 Com base no que criei, com a perfeição dum amor sem lei, vazios profundos, vivi...  Enxergava, perante a dor, um amor em que não me iludi, mas vivi, na balança da dor, o risco, em meio aos sonhos que criei, por teimosia de poeta em vida anestésica, sem métrica  Dias penumbres à margem da dor, do amor inexistente dos sonhos que já nascem mortos por uma vida em busca da arte sem cor Russiann_poet Nordic Writer 

Cartas ao vento I

Se de tantas idas sem vindas; idas que se destroem em meio a caminhos tortos Se houvesse avisos, gritos, se eu não me fingisse de cego em meio aos delitos; seriam em vão os textos de dor que me fazem viver Desamores que me amarram à escrita dolorosa que me faz ser alguém em meio à vida desmedida, fria  Russiann_poet Nordic Writer 

A chave

 Mesmo sem querer, a chave caiu em minhas mãos; mesmo sem saber, você abriu o jardim em vão.  Jardim extinto, seco mar profundo de dor, lugar árido que se não vive, seja quem for.  A cruel ilusão dum sonho morto, antes mesmo de nascer, faz um sorriso aparecer, sonhos que nascem mortos fazem o poeta reescrever o amor que já não havia em meu ser.   Muros de castelos impenetráveis, mares impossíveis de se atravessar, vivo a caminhar por estradas inexistentes da dicotomia de dor, amor.  Russiann_poet Nordic Writer