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Um Salmo segundo a minha alma!

Oh Eterno! Não sabia do poder deste teu nome Ele constrange a minha face em vergonha, meu Eterno! A ansiedade me domina, livra-me do espírito mau Mostraste e ainda mostras os passos do meu inimigo num dom que me corrói a alma Não deixes que ele me vença, entra em minha luta Vivo num mundo escuso que remete o vazio à escuridão Almas viventes de morte que celebram a dor vestida com capa de felicidade Um mundo que anda para ilusões que só os sem discernimento caminham Há aqueles seres maus que levam as ovelhas ao precipício da morte, mas tu estás comigo! Livra-os da morte, livra-me! Russiann_poet Nordic Writer

Alma

No brilho do olhar, uma analogia à esperança, esperança que ilude a mente e sacrifica a alma a qual se descreve num texto em dor. Uma sábia alma entende que a felicidade é uma esperança inventada para os corações vazios predestinados a sofrer!  Ruas vazias, céus escuros dum dia cinzento em que já vivo em cotidiano de desamor. Alma blindada às intenções comuns dum mundo de dor. Russiann_poet Nordic Writer 

Arte sem cor

 Com base no que criei, com a perfeição dum amor sem lei, vazios profundos, vivi...  Enxergava, perante a dor, um amor em que não me iludi, mas vivi, na balança da dor, o risco, em meio aos sonhos que criei, por teimosia de poeta em vida anestésica, sem métrica  Dias penumbres à margem da dor, do amor inexistente dos sonhos que já nascem mortos por uma vida em busca da arte sem cor Russiann_poet Nordic Writer 

Cartas ao vento I

Se de tantas idas sem vindas; idas que se destroem em meio a caminhos tortos Se houvesse avisos, gritos, se eu não me fingisse de cego em meio aos delitos; seriam em vão os textos de dor que me fazem viver Desamores que me amarram à escrita dolorosa que me faz ser alguém em meio à vida desmedida, fria  Russiann_poet Nordic Writer 

Em movimento

As curvas do seu corpo molhado em movimento são fortes e perigosas como rochas à beira mar; uma deusas que se move para amar... Russiann_poet Nordic Writer 

A chave

 Mesmo sem querer, a chave caiu em minhas mãos; mesmo sem saber, você abriu o jardim em vão.  Jardim extinto, seco mar profundo de dor, lugar árido que se não vive, seja quem for.  A cruel ilusão dum sonho morto, antes mesmo de nascer, faz um sorriso aparecer, sonhos que nascem mortos fazem o poeta reescrever o amor que já não havia em meu ser.   Muros de castelos impenetráveis, mares impossíveis de se atravessar, vivo a caminhar por estradas inexistentes da dicotomia de dor, amor.  Russiann_poet Nordic Writer 

Dor escrita

Se eu pedisse a Deus que te tirasse de meu coração, a poesia jamais me daria perdão; tu és o motivo de meus versos, talvez... uma canção. Se eu tivesse o dom de atrair o teu olhar, um sorriso em particular, eu seria um poeta displicente, isso não combina com a gente; em versos e prosas, eu descrevo o amor que não é visto por ti.  Eu sou um poeta que vê o teu desprezo como giz, grafite, afins; destruo-me pela escrita, pela alma ferida que se transforma em tinta, tinta para dor escrita. Russiann_poet Nordic Writer