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Bilhetes, o início da conquista!

Seus cabelos me remetem ao mar dos redemoinhos de amor, seu rosto de expressões fortes são a face da sedução que me hipnotiza, seus seios são como o cálice do amor em que eu quero me embebedar; suas curvas, seu corpo são o meu deleite de paz, paz a qual eu busco incessantemente! Não deixe isso morrer, a nossa história já estava escrita no livro dos amores belos, puros e singelos! Russiann_poet Nordic Writer 

Fim do túnel

Se eu soubesse encontrar Se eu pudesse dizer A minha vida não haveria de ser De tantos escolhidos em vão  Eu nasci para vagar em solidão  Vago à luz imaginária do fim de meu túnel  O silêncio, escolhi aqui Não há o porquê de dizer e sorrir Dizer que a amo, amo sim Mas, no fim do túnel, eu não a vi Que Deus tenha piedade de mim Russiann_poet Nordic Writer 

Não viver o amor

Tentei não escrever, o sofrimento ali era a dor que a minha alma jamais sentiu; meus pensamentos se perderam, uma mente perdida em turbilhões de vazios sem sentido, sentidos criados por minha loucura poética da sina que me mata por dentro. A sina que Deus me deu, o viver para escrever esta dor que não sai de meu coração; desde sempre, desde pequeno sou errante ao propício amor, eu nasci para escrever a dor, nasci para não viver o amor. Russiann_poet  Nordic Writer 

2° ato/ cena 1: o olhar e a escuridão

Quando o sorriso se apaga, o olhar não se faz mais luar, o poeta degrada-se em reflexões à vida; o desprezo dela flui como o fel que transcende do corpo à alma. Num ato de reflexão, ele pergunta a si mesmo: "por que o meu coração é dela?" Pensa em voz alta o poeta cum amor em demasia do vento à flor que, de tão frágil, o despedaça por inteiro. Tentando se recompor, seguir a vida, ele se levanta, lava o rosto; quando ele está prestes a caminhar, o poeta se depara com aquela que o olha com desprezo pelo que ele é. Então, numa última tentativa pelo amor, ele pergunta: "O que eu sou para ti?" Ela, em silêncio, apenas o olha, o seu olhar de desprezo escancarado joga o poeta ao roll de homens que jamais terão o seu amor. Então, sozinho num mundo de escuridão que provém do desprezo, o escritor entra num mundo o qual não há luz por não refletir o brilho dos olhos dela. Russiann_poet Nordic Writer 

1° Ato/ cena 4: A Arte e a Guerra

Em sua dicotomia existencial, o poeta vaga por mundos de ilusões; dentro de si há uma luta entre a Arte e a Guerra.  A Arte é o seu mundo de sonhos e devaneios àquela que o leva à dor. "Não desapareça de meus mundos!" Grita o poeta com a voz embargada por um choro que desfalece a sua face e sepulcra a alma. O silêncio existencial que ela remete o faz sentir a face da intrínseca dor na alma. A Guerra é o seu mundo real, a luta diária para tirá-la de seus pensamentos, de seu olhar, de seu coração. "Evite-me, por favor?" Pensa o poeta com seus olhos cheios de lágrimas por tentar entender que a vida, às vezes, não se faz arte, e a dor é o caminho a se seguir, um caminho que só tem vida em seus escritos. Russiann_poet Nordic Writer 

1°ato/ cena 3: O mar bravio e o olhar

O poeta admira a beleza, encanta-se com a dor; em escritos, descreve o que ninguém consegue enxergar. "Por que não me escuta?" Grita o poeta em noite escura sem nenhuma estrela nos céus. Céus de seus mundos por onde vaga sem encontrá-la; a sua face reflete o breu do céu negro e um vazio como o olhar dela. Ao amanhecer, sol escaldante queima a sua pele no momento em que ele senta à beira do mar, o mar bravio é antagonista do céu azul que, sem nuvem, está reluzente e límpido.  O seu olhar pautado, o olhar do poeta, enxerga o que ninguém consegue admirar; ele vê beleza em detalhes singulares, por esse motivo, ele admira o mar bravio e, e ntão, lembra-se do olhar dela! "Mostre-me mais uma vez o seu olhar!" Implora o poeta àquela do olhar bravio com chamas de fogo. O brilho do seu olhar desenhado em formato amendoado atravessa o coração do poeta como uma flecha. Flecha de desprezo pelo seu amor. Russiann_poet Nordic Writer 

1° ato/ cena 2: o sentido da vida do poeta

O poeta vive, por causa do amor, em noites escuras.   Ele vive em direção à solidão por dores suas. Perguntaram ao poeta: — que é a vida?" Então, o poeta respondeu:  — "a vida é a arte que caminha com a dor, ilude-se com o amor e entristece o escritor!" A poesia precisa do amor, mas ela vive da dor. "Dê-me motivos para chorar!"  Grita o poeta sem inspiração à arte criar, sem escritos de martírio ao, na devassidão, deserto mar. Russiann_poet Nordic Writer