Declínio

Em declínio,
um sorriso que nunca existiu;
vejo, em neblina,
todo amor erigido em rios ilusórios
que deságuam
em mar de realidade.

O mundo real se torna inevitável.

A ilusão criada
em perfeição de meus mundos
mostrou uma linha celestial
para buscar
numa realidade perversa
das ruas em que vivo,
esquinas onde o amor é heresia.

O que será de minha poesia?

Ricardo Maia 
Russiann Poet 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Como explicar para Deus?

Ao ar do amanhecer

Nossas desavenças