Cadeira de bar

Podemos não nos abraçar, não mais falar; o sofrimento, eu sei entender, eu sigo a viver. Mas a dor sempre haverá, num instante qualquer, ela aparecerá como a flecha dos olhos dum gato angorá. Saudade de alma é aquela que tem conexões com os céus, o amor está subtendido atrás das nuvens de seus receios. Eu não posso blasfemar, os céus já me deram minutos de seus pensamentos, pensamentos de Divino, uma saudade quando estava sentada numa cadeira de bar.
Russiann_poet 
Nordic Writer 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Como explicar para Deus?

Ao ar do amanhecer

Nossas desavenças