Quimera
Os dias se passam, tê-la fica, a cada dia, distante; eu tento entender que, torna-me menos que mortal, a distância entre a sua majestade e a minha vida de solidão sombria. Sou um simples escritor a sonhar com a quimera de minha vida, a mulher que não se aplica à minha existência meio vivida. Mulher que, por ser dona de tudo que é belo; remete-se à nobreza que me faz servo, nobreza a qual os deuses se renderam. Renderam-se, pois, perante à sua presença, tornaram-se mortais; e eu, que ninguém sou, estou distante dos tais. Então, dentro de seu deserto, eu me entrego; em seu, de Isis, olhar, eu tento não me afundar. Está difícil de, meu coração, não se despedaçar.
Rustic writer
Russiann_poet
The Nordic Writer
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