"Tu és a minha conjugação"
Vivi uma conjugação subjuntiva por muito tempo; num imperativo afirmativo com o espelho, por muitas vezes, num "faça você" mal sucedido.
O verbo "ir" na primeira pessoa do presente sempre foi adiado pelo "ter" na mesma pessoa e tempo cum predicativo chamado medo!
Portanto, cum pronome possessivo de primeira pessoa, eu conjugo que minha força está na segunda pessoa. Pois tu és minha força.
Tu és o complemento nominal do substantivo abstrato.
Tu és o verbo do sujeito eu.
Tu és o complemento relativo do meu verbo transitivo indireto, pois eu preciso de ti!
Tu és a minha conjugação do verbo amar, pois eu amo amar o amor que tu és. Aqui, pois, tu substituis qualquer um dos três.
Mas... tu conjugas, na segunda pessoa, o verbo sonhar no imperativo negativo a mim!
O verbo "ir" na primeira pessoa do presente sempre foi adiado pelo "ter" na mesma pessoa e tempo cum predicativo chamado medo!
Portanto, cum pronome possessivo de primeira pessoa, eu conjugo que minha força está na segunda pessoa. Pois tu és minha força.
Tu és o complemento nominal do substantivo abstrato.
Tu és o verbo do sujeito eu.
Tu és o complemento relativo do meu verbo transitivo indireto, pois eu preciso de ti!
Tu és a minha conjugação do verbo amar, pois eu amo amar o amor que tu és. Aqui, pois, tu substituis qualquer um dos três.
Mas... tu conjugas, na segunda pessoa, o verbo sonhar no imperativo negativo a mim!
Que me perdoe Leminski pela blasfêmia!
Rustic writer
Russiann_poet
The Nordic Alchemist
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