O ciclo do escritor

A dor de solidão dum solitário escritor é comparável ao súbito rompante de dor da separação da lua com o mar. Esta dor que me consome protege a minha alma de amores ingratos que, por muitas vezes, vêm de falhas da liquidez humana como já dissera Baumam. Vivo a sonhar com aquilo que parece jamais chegar. Se chegar, eu não saberei lidar; o medo, intrínseco a mim, persevera. Vivo, então, numa atmosfera de ilusões ou talvez sonhos que criam um mundo parelo à realidade; realidade que, quase sempre, maltrata o coração do solitário escritor; uma realidade que, na verdade, é amiga da solidão; solidão que me arrasta aos escritos que me fazem feliz. O ciclo do escritor é vida para solidão e afins!

Rustic writer 
Russiann_poet 
The Nordic Alchemist 

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