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Promessas...

Um dia vazio, um vasto mar de solidão à minha frente; a esperança dum futuro bom paira à beira do mar, mar vazio por não ter a sua alma a nadar para que o meu eu possa recriar o amor que foi abatido pela sua não existência. Na sua ausência, caminho a lutar, sofro calado, mas escrevo a dor que me dilacera, que me afeta pelas promessas que você me fez, promessas que inventei...

Ecos

Na máscara, um sorriso; no coração, a falta dum amor. Enunciados duma alma perdida em solidão. Paráfrases que tento reformular, mas que sempre caem no mesmo abismo; abismo sem cor, sem fundo, mas com ecos de dor.  Russiann_poet Nordic Writer 

Um Salmo segundo a minha alma!

Oh Eterno! Não sabia do poder deste teu nome Ele constrange a minha face em vergonha, meu Eterno! A ansiedade me domina, livra-me do espírito mau Mostraste e ainda mostras os passos do meu inimigo num dom que me corrói a alma Não deixes que ele me vença, entra em minha luta Vivo num mundo escuso que remete o vazio à escuridão Almas viventes de morte que celebram a dor vestida com capa de felicidade Um mundo que anda para ilusões que só os sem discernimento caminham Há aqueles seres maus que levam as ovelhas ao precipício da morte, mas tu estás comigo! Livra-os da morte, livra-me! Russiann_poet Nordic Writer

Alma

No brilho do olhar, uma analogia à esperança, esperança que ilude a mente e sacrifica a alma a qual se descreve num texto em dor. Uma sábia alma entende que a felicidade é uma esperança inventada para os corações vazios predestinados a sofrer!  Ruas vazias, céus escuros dum dia cinzento em que já vivo em cotidiano de desamor. Alma blindada às intenções comuns dum mundo de dor. Russiann_poet Nordic Writer 

Arte sem cor

 Com base no que criei, com a perfeição dum amor sem lei, vazios profundos, vivi...  Enxergava, perante a dor, um amor em que não me iludi, mas vivi, na balança da dor, o risco, em meio aos sonhos que criei, por teimosia de poeta em vida anestésica, sem métrica  Dias penumbres à margem da dor, do amor inexistente dos sonhos que já nascem mortos por uma vida em busca da arte sem cor Russiann_poet Nordic Writer 

Cartas ao vento I

Se de tantas idas sem vindas; idas que se destroem em meio a caminhos tortos Se houvesse avisos, gritos, se eu não me fingisse de cego em meio aos delitos; seriam em vão os textos de dor que me fazem viver Desamores que me amarram à escrita dolorosa que me faz ser alguém em meio à vida desmedida, fria  Russiann_poet Nordic Writer 

Em movimento

As curvas do seu corpo molhado em movimento são fortes e perigosas como rochas à beira mar; uma deusas que se move para amar... Russiann_poet Nordic Writer